terça-feira, 28 de maio de 2013

COLETA SELETIVA DO LIXO EM BH MOTIVOU DEBATES EM COMISSÃO

Quinta-feira, 23 maio, 2013
Comissão de Saúde e Saneamento discutiu coleta seletiva em BH
A Comissão de Saúde e Saneamento realizou audiência pública, na última quarta-feira (22), para discutir os problemas da coleta seletiva de lixo em Belo Horizonte. Solicitado pelo vereador Marcelo Aro (PHS), o debate aconteceu no período noturno, para facilitar a participação popular.
De acordo com o parlamentar, dos cerca de 450 bairros de Belo Horizonte, apenas 30 contam com o serviço de coleta seletiva porta a porta. Aro apresentou dados que mostram que a coleta seletiva é realizada apenas para 15% da população da cidade, “um número muito baixo para a capital”.
Conforme dados do Fórum Municipal Lixo e Cidadania, a cidade produz anualmente 1 milhão e 800 mil toneladas de lixo. Do montante, 10 mil vão para a reciclagem, menos de 1% do total. Os números estão longe da meta do país de não aterrar nenhum tipo de material reciclável a partir de 2014.
O problema do lixo não é exclusivo da capital. Outros 759 municípios do Estado ainda não definiram o cronograma para cumprir as duas principais metas da política nacional dos resíduos sólidos. Quem trabalha todos os dias com o lixo, conforme relatou o coordenador da Asmare, Fernando Godoy, fica desanimado com a realidade da capital.
Para o Departamento Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, a sociedade deve participar ativamente da reciclagem dos materiais, posição reforçada pela cooperativa Redesol. A Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) explicou que faz um trabalho permanente de conscientização nos bairros que já têm a coleta seletiva.
Superintendência de Comunicação Institucional
 

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