segunda-feira, 27 de maio de 2013

Comissão da Alerj vistoria lixões na Região dos Lagos do Rio

Todos os lixões do Estado devem ser fechados até 2014.
Dos 76, 50 já foram inativados nas cidades do Rio.


Uma lei federal pretende extinguir todos os lixões até 2014 no estado do Rio. Dos 76 registrados, pelo menos 50 já foram desativados, segundo a secretaria de estado de Ambiente. Mas, segundo representantes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, alguns já voltaram funcionar.
Nesta sexta-feira (24), a comissão da Alerj visitou lixões nas cidades da Região dos Lagos para verificar o cumprimento da lei. Arraial do Cabo foi a primeira cidade a receber a vistoria. O despejo de resíduo deveria ter parado há dois anos, quando a prefeitura passou a levar o lixo doméstico para o aterro sanitário de São Pedro da Aldeia. Mas, muitos caminhões ainda levam material para o aterro. O reciclável é recolhido e o restante a reunido e levado para o o local.
A comissão também conheceu a cooperativa de reciclagem que funciona em uma área próxima ao aterro, as obras de ampliação da usina, a operacionalidade e o gerenciamento de recursos e pessoas.
Uma outra irregularidade encontrada na cidade foi um depósito clandestino de resíduos da construção civil. O lugar fica perto da Praia Grande, dentro do Parque Estadual da Costa do Sol, área de preservação ambiental.
De acordo com a secretaria de Meio Ambiente de Arraial do Cabo, no espaço foi construído uma guarita, e um guarda 24 horas vai vigiar a área a partir da semana que vem. A secretária reconheceu a situação irregular do lixão, mas informou que o problema só deve ser solucionado quando a ampliação da usina de reciclagem estiver pronta e operando com um setor de triagem adequado. A previsão para o fim das obras é até o final de 2013.
O aterro sanitário de São Pedro da Aldeia e o lixão de Araruama também forma avaliados. De acordo com a assessoria da deputada Janira Rocha, que participa da comissão, o aterro de São Pedro da Aldeia precisa fazer uma adequação quanto ao lixo hospitalar, mas as instalações de um modo geral estão dentro dos padrões.
Em Araruama, o grupo da Alerj constatou diversos problemas, entre eles, o fato do lixão continuar aberto. A comissão foi até a secretaria Municipal de Meio Ambiente do município, onde cobrou assistência aos catadores que atuam no lixão e providências para interromper a degradação ambiental.
Fonte: G1 - REGIÃO DOS LAGOS
 

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