Conforme a Folha da Região apurou, inquérito civil investiga possível morosidade da administração municipal na elaboração do plano. De acordo com a representação da vereadora, a criação de leis para regulamentar a destinação de resíduos no município — entre eles, domésticos, hospitalares e de construção — deveria ter passado pelo crivo da Câmara em agosto. Isso não aconteceu, apesar de promessa feita pelo prefeito Cido Sério (PT) em dezembro do ano passado, de que até o mês passado enviaria ao Legislativo o plano para apreciação dos parlamentares.
Na representação encaminhada ao promotor Albino Ferragini, a parlamentar lembra que, em 14 de dezembro, durante reunião com produtores contrários à instalação de um aterro sanitário na região rural da Prata, Cido Sério fixou o mês passado como prazo limite para o envio do plano à Câmara. "Estão brincado com a legislação e com o meio ambiente", criticou a parlamentar da oposição. "Este plano deveria ter sido implantado no município em agosto de 2012, conforme legislações federais que obrigam os municípios a criá-los."
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