A Política Nacional de Resíduos Sólidos vem ao encontro de muitas ações que a cidade de São Paulo tem executado nos últimos anos. Todos os resíduos coletados na cidade, em torno de 20 mil toneladas diariamente, entre domiciliar, entulho, restos de feiras, varrição, seletiva e também os resíduos de saúde, têm sua destinação final em locais apropriados. Desde 1974 os resíduos produzidos nas residências são levados para aterros sanitários preparados tecnicamente para receber os detritos e com captação de chorume, que segue posteriormente para estações de tratamento da Sabesp, onde é transformado em água de reuso.
Atualmente, são 20 centrais de triagem municipais, operadas por cooperativas de catadores de materiais em reutilização e reciclagem, além das ações praticadas pelas duas concessionárias prestadoras dos serviços de coleta de lixo domiciliar. Some-se a esse componente as 56 unidades para o descarte voluntário de resíduos (Ecopontos), além de pontos para o descarte de pneus usados localizados em cinco subprefeituras. Outro ponto a se destacar é a Central de Triagem de materiais eletrônicos, onde a população pode descartar seus materiais eletro-eletrônicos para o reaproveitamento e a destinação final correta desses resíduos. E, mais, dois aterros sanitários da Prefeitura, desativados, fazem a captação de gases, gerando energia e recursos para compensações ambientais nas regiões onde se localizam.
Com também o compromisso de alcançar o objetivo principal de gestão destes resíduos, que é a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, a administração municipal conta com a participação conjunta de vários setores da área pública e privada, estabelecendo diretrizes de modernização no sistema atual de manejo, tratamento e disposição dos resíduos sólidos.
A minimização de massas e redução dos custos empregados na destinação dos resíduos sólidos consolidam as diretrizes fundamentais para a implementação desta nova concepção de tratamento e disposição ambiental de resíduos sólidos e rejeitos. Incluídos no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, vários instrumentos de prognóstico futuro estão previstos, desde incentivo à criação de cooperativas para a coleta seletiva de materiais em condições de reciclagem e reversão de matérias-primas e insumos para o mercado, como também desenvolvimento de programas de conscientização ambiental e implantação de tecnologias no processo de destinação final.
Todos esses conceitos e medidas, também serão seguidos pela implantação de programas de educação ambiental, onde a população é orientada sobre a forma correta de disposição dos produtos consumidos e materiais orgânicos, sempre com o objetivo de instituir a nova concepção ambiental sobre aterros sanitários, que é a de utilizá-los exclusivamente para a deposição de rejeitos e não mais de resíduos.
O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no Município de São Paulo com as diretrizes mínimas traçadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, nasce a partir da integração destes conceitos e a ação conjunta entre Poder Público, entidades ambientais e sociedade beneficiada.
Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo - Secretaria de Serviços
Atualmente, são 20 centrais de triagem municipais, operadas por cooperativas de catadores de materiais em reutilização e reciclagem, além das ações praticadas pelas duas concessionárias prestadoras dos serviços de coleta de lixo domiciliar. Some-se a esse componente as 56 unidades para o descarte voluntário de resíduos (Ecopontos), além de pontos para o descarte de pneus usados localizados em cinco subprefeituras. Outro ponto a se destacar é a Central de Triagem de materiais eletrônicos, onde a população pode descartar seus materiais eletro-eletrônicos para o reaproveitamento e a destinação final correta desses resíduos. E, mais, dois aterros sanitários da Prefeitura, desativados, fazem a captação de gases, gerando energia e recursos para compensações ambientais nas regiões onde se localizam.
Com também o compromisso de alcançar o objetivo principal de gestão destes resíduos, que é a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, a administração municipal conta com a participação conjunta de vários setores da área pública e privada, estabelecendo diretrizes de modernização no sistema atual de manejo, tratamento e disposição dos resíduos sólidos.
A minimização de massas e redução dos custos empregados na destinação dos resíduos sólidos consolidam as diretrizes fundamentais para a implementação desta nova concepção de tratamento e disposição ambiental de resíduos sólidos e rejeitos. Incluídos no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, vários instrumentos de prognóstico futuro estão previstos, desde incentivo à criação de cooperativas para a coleta seletiva de materiais em condições de reciclagem e reversão de matérias-primas e insumos para o mercado, como também desenvolvimento de programas de conscientização ambiental e implantação de tecnologias no processo de destinação final.
Todos esses conceitos e medidas, também serão seguidos pela implantação de programas de educação ambiental, onde a população é orientada sobre a forma correta de disposição dos produtos consumidos e materiais orgânicos, sempre com o objetivo de instituir a nova concepção ambiental sobre aterros sanitários, que é a de utilizá-los exclusivamente para a deposição de rejeitos e não mais de resíduos.
O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no Município de São Paulo com as diretrizes mínimas traçadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, nasce a partir da integração destes conceitos e a ação conjunta entre Poder Público, entidades ambientais e sociedade beneficiada.
Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo - Secretaria de Serviços







