terça-feira, 9 de abril de 2013

Mau cheiro e animais nocivos incomodam vizinhos de terreno lixão no Conradinho


Moradores insistem em descarregar todo tipo de detritos em uma área não construída – desde lixo doméstico, entulhos, alimentos estragados e até animais mortos.


O que pode parecer absurdo para grande parte dos cidadãos é corriqueiro em algumas vizinhanças: terrenos baldios sendo usados como lixões. Como o Diário mostrou recentemente, a situação ocorre em vários bairros de Guarapuava.
Mas uma nova situação foi denunciada por moradores do bairro Conradinho, onde, em um terreno na rua Seriema, alguns moradores insistem em descarregar todo tipo de detritos em uma área não construída – desde lixo doméstico, entulhos, alimentos estragados e até animais mortos.
Diário de GuarapuavaHarald Essert
Vários tipos de lixo e entulho estão espalhados pelo terreno, que está tomado por mato (Foto: Diário de Guarapuava)

Segundo um dos moradores, que entrou em contato com o Diário para denunciar a situação, além do aspecto e do odor desagradável, o lixão favorece a proliferação de ratos e insetos, que invadem as residências próximas. “Toda hora aparece rato e barata. É uma sujeira grande, que incomoda muito pelo cheiro e pelo visual”, contou. “A toda hora tem mais gente deixando lixo lá. É uma falta de civilidade”.
A reportagem esteve no local, onde se deparou com uma grande quantidade de entulhos e lixo, abarrotando o já mal cuidado terreno, tomado por mato. Restos de construção, móveis velhos e até antigos aparelhos elétricos (como televisores e eletrodomésticos) dividem espaço com detritos residenciais e alimentos estragados – uma grande quantidade de bandejas contendo ovos podres parecia ter sido deixada havia pouco tempo.
Segundo alguns moradores, a coleta de lixo funciona normalmente na localidade, três vezes por semana. Mas aparentemente quem leva lixo ao local não são apenas moradores das imediações. “Tem muito desconhecido, que vem aqui, estaciona a caminhonete e descarrega o lixo”, disse um homem que passava pela rua e se dizia morador da vizinhança.
Pouco depois, ele mesmo admitiu já ter usado o terreno baldio para se livrar de objetos desgastados. “Joguei um saco de roupas velhas, e umas coisas que a gente não usava mais. Todo mundo joga. Só que sacola de lixo eu nunca joguei”, afirmou.
Fonte: Diário de Guarapuava/PR
 

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