sexta-feira, 20 de julho de 2012

09/10/2012 – PRIMEIRO DIA HORÁRIOS BARIGUI BACACHERI BOSQUE ALEMÃO BARREIRINHA 8h30 – 10h00 PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS: Gargalos da Coleta Seletiva e da Educação Ambiental BIODIGESTÃO DE FLUXO CONTINUO: Aproveitamento Energético Eficiente de Resíduos Orgânicos SANEAMENTO: Eficiência Energética das Estações de Tratamento CONSTRUÇÃO CIVIL: Os Desafios do Plano Nacional de Resíduos Sólidos 10h00 – 10h30 Coffee Networking 10h30 – 12h00 RESIDUOS INDUSTRIAIS: Desafios da Adequação ao Plano Nacional BIODEGRADAÇÃO DO PLÁSTICO: Soluções e Tecnologias para Destinação Correta SANEAMENTO: Soluções para Aproveitamento Energético do Lodo CONSTRUÇÃO CIVIL: Destinação de Embalagens de Pós-Consumo 12h00 – 13h30 Intervalo para Almoço 13h30 – 15h30 POLÍTICA NACIONAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS: Debate sobre Construção das Métricas para Avaliação e Monitoramento das Metas Setoriais 10/10/2012 – SEGUNDO DIA HORÁRIOS BARIGUI BACACHERI BOSQUE ALEMÃO BARREIRINHA 8h30 – 10h00 EMBALAGENS: RESPONSABILIDADE PÓS-CONSUMO EMPRESAS PROTETORAS RECEBEDORAS: Incentivos e Benefícios para Fomento SANEAMENTO: Processos de Secagem e Reaproveitamento do Gás em Estações de Tratamento de Esgoto TERMOSOLAR: Soluções de Larga Escala para Aquecimento de Água 10h00 – 10h30 Coffee Networking 10h30 – 12h00 COLETA SELETIVA: Desafios e Melhores Práticas em Implantação e Gestão do Sistema PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS: Desafios para Implantação na Política Nacional SANEAMENTO: Utilização de Biogás para Geração de Calor e Energia Elétrica CONSTRUÇÃO CIVIL: Melhores Práticas em Eficiência Energética 12h00 – 13h30 Intervalo para Almoço 13h30 – 15h30 LOGISTICA REVERSA E RESPONSABILIDADE POS-CONSUMO Modelos de Gestão e Governança para Sistemas de Logística Reversa 11/10/2012 – TERCEIRO DIA HORÁRIOS BARIGUI BACACHERI BOSQUE ALEMÃO BARREIRINHA 8h30 – 10h00 CENTROS DE TRIAGEM: Desafios para Automatização e Aumento da Produtividade RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAUDE: Melhores Práticas dos Planos de Gerenciamento VINHAÇA: Novos Projetos para Cogeração na Cadeia do Etanol CONSTRUÇÃO CIVIL: Certificação de Construções Sustentáveis 10h00 – 10h30 Coffee Networking 10h30 – 12h00 USINAS DE TERMOVALORIZAÇÃO: Melhores Práticas em Projetos Industriais DESCARTE DE MEDICAMENTOS: Desafios para Implantação em Larga Escala CENTRAIS GERADORAS HIDRELÉTRICAS: Mapa de Oportunidades de Investimentos TERMOSOLAR: Soluções de Larga Escala para Aquecimento de Água 12h00 – 13h30 Intervalo para Almoço 13h30 – 15h30 FUNDO CLIMA: Melhores Práticas, Diretrizes para Projetos de Mitigação de Efeitos da Mudança do Clima e Setores Atendidos


Investimentos em energia solar terão o maior incentivo nas linhas de crédito do Fundo Clima, que acumula R$ 560 milhões para ações de mitigação e adaptação ao aquecimento global. O anúncio foi feito ontem pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, responsável pela operação dos recursos reembolsáveis.

"O Brasil já teve um avanço significativo em biomassa e eólica", disse Izabella, ao afirmar que agora o foco deve ser em energia solar e na proveniente dos oceanos. A taxa de juros do fundo para investimentos nessas renováveis é a mais baixa: de 2,5% a 5,6% ao ano - redução de 4,9 pontos porcentuais em relação à taxa usualmente cobrada pelo BNDES. Nos caso da energia gerada com base no uso de biomassa e vento, a nova taxa varia de 6,4% a 9,5% ao ano.
Projetos de combate à desertificação e para a redução da emissão de gases de efeito estufa no transporte também terão grande incentivo: as taxas variam de 3% a 7,5% ao ano.
Izabella estimou investimentos de R$ 1 bilhão até 2014 - os recursos são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo recebida pelo ministério. É um dos instrumentos do governo para cumprir o compromisso voluntário do País de reduzir entre 36,1% e 38,9% as emissões de gases-estufa projetadas até 2020.
 

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